Home      Curiosidades      Estudos Bíblicos       Meio Ambiente       Música       Notícias       Poesia       Reflexões       Saúde       Twitter

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Use o seu E-mail corretamente


* Ao encaminhar um e-mail que recebeu, por exemplo, os típicos e-mails humorísticos que percorrem grupos sociais diversos através de divulgação por listas de contatos gigantes, remova os e-mails presentes, das outras pessoas. Procure escrever os seus destinatários no campo "BCC" ou "CCO" em vez do campo "Para". Este campo esconde os endereços dos destinatários. Todos irão receber, mas ninguém além de você saberá quem mais recebeu a sua mensagem. Ao não fazer o recomendado acima, você está contribuindo para o spam com e-mails dos seus próprios conhecidos. Os endereços de e-mail acumulados serão "pescados" quer por parte dos destinatários quer por empresas especificas existentes na Net cuja função é acumular contatos de e-mail para envio de propaganda não solicitada, hoax, lendas urbanas ou phishing.

* Evite comentários públicos que afetem a cor da pele, orientação sexual e religião dos demais, demonstrando preconceito e racismo.

* Antes de encaminhar um e-mail para alguém, procure certificar-se que o destinatário tem interesse em receber aquele tipo de mensagem. Nem todos os seus conhecidos desejam receber e-mails com piadas, correntes, material pornográfico, comentários sobre futebol, política ou religião, dentre outros.

* Antes de responder um email que pertence a um grupo de emails (principalmente grupos comerciais), verifique se seu email é necessário. Emails com respostas descessárias podem ser incomodos ou fúteis, pois como pertence a um grupo, todas as pessoas deste grupo receberão o email. Responda (ao grupo) caso haja necessidade, como complementação ou duvidas, ou caso o remetente pedir um feedback.

* Ao encaminhar um email, verifique se o remetente já o recebeu anteriormente. Não encaminhe o email que você recebeu para uma pessoa que já estava no grupo.

* Sempre que receber um e-mail de alguém conhecido, confirme o recebimento do mesmo ou responda o mais breve possível. Não responder e nem confirmar, é comparável a você deixar a pessoa falando sozinha (na vida real). Lembre-se sempre de atrás de todo computador tem um ser humano.

sábado, 4 de dezembro de 2010

A Bíblia é Única (A Bíblia - Parte IV)

A questão de aceitarmos ou não a Bíblia como a Palavra de Deus, é uma questão de fé. A inspiração divina da Bíblia não é questão para celeuma científica, é ato de fé. O que não podemos aceitar é a maneira irresponsável de tratarem a Bíblia como um livro mitológico ou indigno de credibilidade histórica ou bibliográfica.

É até complicado comparar a Bíblia a outros livros, porque ela, na verdade, é única em muitos aspectos. Vejamos:

1 ) ÚNICA EM SUA COERÊNCIA
Escrita durante um período de cerca de 1600 anos.

Escrita por mais de 40 autores, das mais diferentes origens e atividades: reis, camponeses, filósofos, pescadores, poetas, estudiosos, etc.

Escrita em diferentes lugares.

Escrita em diferentes condições

Escrita sob diferentes circunstâncias.

Escrita em três continentes: Ásia, África e Europa.

Escrita em três idiomas: hebraico, aramaico e grego.

Embora seja tão complexa e trate de temas até mesmo controversos, conseguindo manter harmonia e coerência, há uma única história que vai se revelando de Gênesis a Apocalipse:

A redenção do homem por parte de Deus. O paraíso perdido de Gênesis se torna o paraíso recuperado do Apocalipse. O acesso à Árvore da Vida é fechado em Gênesis e reaberto, para todo o sempre, no Apocalipse.

2 ) ÚNICA EM CIRCULAÇÃO
A Bíblia foi o primeiro grande livro a ser impresso, por Gutemberg.
A Bíblia tem sido lida por mais pessoas e publicadas em mais línguas do que qualquer outro livro, na história da humanidade. Nenhum outro livro sequer aproximou-se da constante circulação da Bíblia.

3 ) ÚNICA EM TRADUÇÃO

4 ) ÚNICA EM SOBREVIVÊNCIA
Apesar de ser originalmente escrita em material facilmente perecível, tendo que ser copiada durante centenas de anos, antes da invenção da imprensa, não deixou de existir nem perdeu sua exatidão.

Os judeus eram extremamente meticulosos na arte de copiar os manuscritos sagrados.

Os escribas observavam atentamente cada letra, sílaba, palavra e parágrafo. Chegavam a contar cada letra. Quem alguma vez contou as letras, sílabas e palavras de um texto de Platão ou Aristóteles, por exemplo?

As muitas perseguições contra a Bíblia, não fosse ela um livro singular, teria a eliminado da história.

Voltaire, que morreu em 1778, afirmou que cem anos depois dele o cristianismo estaria varrido da face da Terra. Apenas 50 anos após sua morte a Sociedade Bíblica de Genebra usou a gráfica e a residência dele para imprimir Bíblias. Que ironia da história!

Em 303 A.D. o imperador Diocleciano proclamou um edito para impedir os cristãos de adorarem e para destruir suas escrituras. Apenas 25 anos depois, seu sucessor, Constantino proclama um edito para que se preparasse 50 cópias das Escrituras financiadas pelo governo romano.

5 ) ÚNICA EM MEIO ÀS CRÍTICAS
Nenhum outro livro tem sido tão atacado, retalhado, vasculhado, examinado e difamado. Que livro de filosofia, religião, psicologia ou literatura, do período clássico ou moderno, sofreu um ataque tão feroz, com tanto ceticismo e mesmo maldade?

6 ) ÚNICA NO SEU REALISMO
A Bíblia trata com total franqueza os pecados de suas personagens. Ela não criou mitos ou heróis.

Os pecados do povo são denunciados (Dt 9.24); os pecados dos patriarcas não são encobertos (Gn 12.11-13; 49.5-7); os evangelistas descrevem suas própria faltas e dos apóstolos (Mt 8.10-26; 26.31-56; Mc 6.52; 8.18; Lc 8.24,25; 9.40,45; Jo 10.6; 16.32) e a desordem nas igrejas (1 Co 1.11; 15.12; 2 Co 2.4).

Muitos poderiam até perguntar: "Por que tinham que colocar aquele capítulo sobre Davi e Bate-Seba?"

7 ) ÚNICA NA INFLUÊNCIA SOBRE A LITERATURA
Se todas as Bíblias de uma cidade fossem destruídas, seria possível restaurar o Livro em suas partes essenciais, a partir das citações feitas existentes nos livros da biblioteca pública municipal.

Os argumentos acima não provam que a Bíblia é a Palavra de Deus, mas com certeza, prova que ela é um livro único (de cuja espécie não existe outro... A que nada é comparável).

Fonte: Escola da Bíblia

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Marcus Miller

Marcus Miller é um excelente baixista e com seu “slap melódico” conquistou o mundo. Já tocou com Miles Davis, Bee Gees, Frank Sinatra, Mariah Carey, Steve Gadd, Eric Clapton, David Sanborn, Joe Sample e até com o Djavan. No vídeo abaixo ele executa a música Teen Town de Jaco Pastorius. Com slap, é claro!



Estudou oficialmente clarinete e também o clarineto baixo, teclado, saxofone, e guitarra, além de ser vocalista e produtor musical.
Suas influências são de alguns baixistas da geração precedente, tais como Keni Burke, e em particular, Jaco Pastorius (que nasceu apenas 8 anos antes do Miller, em 1951).
Cedo na sua carreira, Miller era acusado de imitar demais o estilo do Pastorius, inegavelmente uma influência que era, e ainda é, enorme.
Miller tem uma discografia extensa, e viaja frequentemente à Europa e ao Japão, como músico acompanhante ou líder.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

A Divisão da Bíblia (A Bíblia - Parte III)

A Bíblia, como a temos hoje em forma de códice (ou livro) é dividida respeitando uma ordem temática, não cronológica. Ela está dividida em dois testamentos e 66 livros (39, no A.T. e 27 no N.T.).

1) O ANTIGO TESTAMENTO (Antes de Jesus)

O Antigo testamento, como temos hoje em nossa Bíblias já estava completo quando Jesus veio à Terra. O número de livros só difere porque dividimos Samuel, Reis, Crônicas, etc., em dois livros cada um; os judeus também consideram os Profetas Menores como um único livro. A ordem também é diferente, pois os judeus buscaram a proximidade de uma ordem cronológica.

Vejamos a divisão dos livros do A.T., com suas abreviaturas mais utilizadas:

PENTATEUCO (Livros escritos por Moisés)
Gênesis (Gn)
Êxodo (Ex)
Levítico (Lv)
Números (Nm)
Deuteronômio (Dt)

HISTÓRICOS
Josué (Js)
Juízes (Jz)
Rute (Rt)
1 e 2 Samuel (1 e 2 Sm)
1 e 2 Reis (1 e 2 Re)
1 e 2 Crônicas (1 e 2 Cr)
Esdras (Ed)
Neemias (Ne)
Ester (Et)

POÉTICOS
Jó (Jó)
Salmos (Sl)
Provérbios (Pv)
Eclesiastes (Ec)
Cantares ou Cântico dos Cânticos (Ct)

PROFETAS MAIORES
Isaías (Is)
Jeremias (Jr)
Lamentações de Jeremias (Lm)
Ezequiel (Ez)
Daniel (Dn)

PROFETAS MENORES
Oséias (Os)
Joel (Jl)
Amós (Am)
Obadias (Ob)
Jonas (Jn)
Miquéias (Mq)
Naum (Na)
Habacuque (Hc)
Sofonias (Sf)
Ageu (Ag)
Zacarias (Zc)
Malaquias (Ml)

2) O NOVO TESTAMENTO (A partir de Jesus)

Antes do final do primeiro século, o Novo Testamento já estava todo escrito, restando apenas o trabalho de organizá-lo de maneira canônica.

Os 27 livros canônicos do Novo Testamento estão organizados da seguinte maneira:

EVANGELHOS
Mateus (Mt)
Marcos (Mc)
Lucas (Lc)
João (Jo)

HISTÓRICO
Atos dos Apóstolos (At)

EPÍSTOLAS PAULINAS
Romanos (Rm)
1 e 2 Coríntios (1 e 2 Co)
Gálatas (Gl)
Efésios (Ef)
Filipenses (Fp)
1 e 2 Tessalonicenses (1 e 2 Ts)
1 e 2 Timóteo (1 e 2 Tm)
Tito (Tt)
Filemom (Fm)

EPÍSTOLA - AUTOR DESCONHECIDO
Hebreus (Hb)

EPÍSTOLAS UNIVERSAIS
Tiago (Tg)
1 e 2 Pedro (1 e 2 Pe)
1, 2 e 3 João (1, 2 e 3 Jo)
Judas (Jd)

REVELAÇÃO
Apocalipse (Ap)

3 - CAPÍTULOS E VERSÍCULOS

No original, os livros da Bíblia não eram divididos por capítulos. Essa divisão foi feita, evidentemente, para facilitar a leitura e a localização de textos específicos.

As primeiras divisões foram feitas em 586 a.C., quando o Pentateuco foi dividido em 154 partes. Cinqüenta anos depois foi dividido em mais 54 divisões e em 669 segmentos menores.

Os gregos fizeram divisões por volta de 250 A.D.

Os primeiros sinais indicativos de versículos variavam desde espaços entre palavras até letras e números. As primeiras divisões padronizadas de versículos surgiram por volta de 900 A.D.

O atual sistema de divisão de capítulos da Bíblia, foi realizada por Estêvão Langton (professor da Universidade de Paris e arcebispo de Cantuária), em 1227 A.D.

Fonte: Escola da Bíblia

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Dia do Músico - 22 de novembro

Adota-se o termo músico quando nos referimos a qualquer pessoa ligada diretamente à música, em caráter profissional ou amador, exercendo alguma função no campo de música, como a de tocar um instrumento musical, cantando, escrevendo arranjos, compondo, regendo, ou dirigindo um grupo coral ou algum grupo de músicos, como orquestras, bandas, big band de Jazz, ou ainda lecionando, trabalhando no campo de educação, em terapia musical.
E pra comemorar essa data quero mostrar um músico muito especial. Um pianista chinês sem braços.


O pianista chinês sem braços Liu Wei fará sua primeira turnê mundial para apresentar sua habilidade especial, mostrando ao público internacional a destreza com os dedos dos pés.

Liu nasceu em Pequim e perdeu os dois braços aos 10 anos de idade quando foi eletrocutado durante uma brincadeira de esconde-esconde. Ele conquistou a fama no país tocando piano com os dedos do pé durante o show de talentos de sucesso 'China's Got Talent.'

A versão chinesa do programa estreou em maio, e a semifinal foi a mais vista no país.

Gravações de suas apresentações foram rapidamente difundidas pela Internet, transformando Liu em um sucesso imediato, semelhante a artistas que disputaram o 'Got Talent' em outros países, como Susan Boyle e Paul Potts. (Assista a um vídeo de Liu tocando)

Apesar de precisar de ajuda nas tarefas do dia-a-dia, como comer e beber, Liu estava determinado em treinar os dedos do pé para tocar o piano, e começou a aprender sozinho há cinco anos, praticando até sete horas por dia.

'Sinto que não sou diferente de outras pessoas. Perdi meus dois braços, mas ainda posso fazer as coisas de que gosto. Acho que é isso que outras pessoas valorizaram em mim', disse ele.

O itinerário de Liu inclui Hong Kong, Paris, Viena e Taipei.

(Reportagem da Reuters Television)

sábado, 13 de novembro de 2010

O Baixo Elétrico

Marcelo Mariano fala sobre o baixo elétrico no quadro Meu Instrumento do programa Radiola na TV Cultura.



Nos anos 50, o grande problema dos contrabaixistas da época era o transporte de seu instrumento, delicado (por ser feito de madeira) e extremamente pesado, até que no ano de 1951 um técnico em eletronica de 42 anos chamado Leo Fender criou o baixo elétrico. O instrumento, batizado de Precision, ficou rapidamente conhecido como Fender Bass. Seu modelo era mais dinâmico e diferente do que o modelo do contrabaixo classico.

O primeiro baixista a se apresentar com o Precision foi William "Monk" Montgomery (irmão mais velho do guitarrista virtuose Wes Montgomery) em turnês ao vivo com a banda de jazz de Lionel Hampton. Bill Black, que tocava baixo na banda de Elvis Presley, adotou o Fender Precision em 1957.

Como na guitarra elétrica, as vibrações nas cordas causam um sinal elétrico a ser criado nos captadores, que são amplificados e reproduzidos por meio de um amplificador. Vários componentes elétricos e configurações do amplificador podem ser usadas para alterar o timbre do instrumento.

domingo, 7 de novembro de 2010

O Cânon (A bíblia - Parte II)

A palavra cânon tem raiz na palavra “cana”, “junco”. O junco era usado para medir e, por fim, veio a significar padrão. Mais tarde teve o sentido de lista ou rol.

Na questão da Bíblia, cânon significa “uma lista de livros oficialmente aceito”.

Possivelmente houve cinco princípios orientadores, empregados para determinar se um livro do N.T. era ou não canônico.
Revela autoridade?
É Profético?
É autêntico?
É dinâmico?
Foi aceito, guardado, lido e usado?

1) O CÂNON DO ANTIGO TESTAMENTO
A Bíblia foi um dos primeiros livros importantes a ser traduzido (Septuaginta: tradução em grego do A.T. hebraico, por volta de 250 a.C.) A Septuaginta trazia os mesmos livros que compõem o atual Cânon veterotestamentário.

Mileto, bispo de Sardes, elaborou a mais antiga lista do cânon do Antigo Testamento, em 170 A. D.

2) O CÂNON DO NOVO TESTAMENTO
O fator básico para determinar a canonicidade do N.T. foi a inspiração divina, e o principal teste da inspiração foi a apostolicidade, que inclui a autoria apostólica ou a aprovação apostólica.

Atanásio de Alexandria (367 A.D.) nos apresenta a mais antiga lista de livros do N.T. que é exatamente igual a nossa atual.

Irineu (180 A.D.); A importância de Irineu está no seu vínculo com a era apostólica. Seus escritos confirmam os reconhecimentos canônicos dos quatro evangelhos, Atos, Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Coossenses, 1 e 2 Tessalonicenses, 1 e 2 Timóteos, Tito, 1 Pedro e 1 João e Apocalipse.

Quando finalmente o Concílio da Igreja - o Sínodo de Hipona (393 A.D.) - elaborou uma lista dos 27 livros do N.T., não lhes conferiu qualquer autoridade que já não possuíssem, mas simplesmente registrou a canonicidade previamente estabelecida.

3) LIVROS APÓCRIFOS

A palavra apócrifo vem do termo grego apokruphos e significa "oculto" ou "escondido".

Jerônimo que viveu no quarto século foi o primeiro a chamar de apócrifos esse grupo de livros no Antigo e no Novo Testamento e que são aceitos pela Igreja Católica.

Vejamos algumas razões para que os livros apócrifos não terem entrado na lista dos canônicos:
* Estão repletos de discrepâncias históricas e geográficas.
* Ensinam doutrinas falsas ou confusas que divergem do restante do contexto das Escrituras Sagradas.
* Apelam para estilos literários e apresentam uma artificialidade no trato dos assuntos, com um estilo que destoa das Escrituras.
* Faltam-lhes os elementos que conferem caráter divino, como, por exemplo, a autoridade profética.

3a) Apócrifos do Antigo Testamento
1 Esdras: fala da volta dos judeus da Babilônia, mas acrescenta muito material lendário.
2 Esdras: uma obra apocalíptica. Segundo dizem, Martinho Lutero ficou tão confuso com esse livro que o jogou em um rio.
Tobias: um breve romance. A afirmação contida neste livro de que as esmolas trazem o perdão dos pecados é claramente contrária às Escrituras.
Judite: uma obra fictícia e farisaica.
Adições a Ester: possui longas orações atribuídas a Mordecai e a Ester.
Sabedoria de Salomão
Eclesiástico: Em seus sermões John Wesley cita inúmeras vezes este livro.
Baruque
A história de "Susana": equivalente ao capítulo 13 do livro de Daniel.
Bel e o Dragão: equivalente ao capítulo 14 de Daniel.
O Cântico dos Três Hebreus
A Oração de Manassés
1 Macabeus: é talvez o mais valioso livro apócrifo, pois descreve as façanhas dos três irmãos macabeus - Judas, Jonatã e Simão.
2 Macabeus: relata as vitória de Judas Macabeus. Geralmente se considera que é um livro de caráter mais lendário que 1 Macabeus.

3b - Testemunho histórico sobre a não inclusão desses livros no Cânon.

Filo um filósofo judeu de Alexandria (20 a.C. - 40 A.D.), citou muito o A.T., mas jamais citou apócrifos como sendo inspirados.

O historiador judeu Josefo (30-100 A.D.) exclui claramente os apócrifos. Também não os cita como Escrituras.

Jesus e os escritores do N.T. nem uma única vez citam os apócrifos.

Os estudiosos judeus reunidos em concílio em 90 A.D. não reconhecem os apócrifos.

Nenhum concílio da igreja cristã, até o quarto século, reconheceu os apócrifos como inspirados.

Muitos dos grandes Pais da Igreja atacaram pesadamente os apócrifos, como Orígenes, Cirilo de Jeruslém e Atanásio.

Jerônimo (340-420 A.D.), o grande erudito e tradutor da Vulgata, rejeitou que os apócrifos fizessem parte do Cânon.

Durante a reforma muitos estudioso católicos rejeitaram os apócrifos.

Não foi senão em 1546 A.D., numa atitude polêmica tomada no Concílio de Trento, dentro da Contra-Reforma, que os livros apócrifos receberam pleno reconhecimento canônico por parte da Igreja Católica Romana.

3c - Principais Apócrifos do Novo Testamento
As epístolas de Pseudo-Barnabé
Epístola de Clemente
Pastor de Hermas
Didaquê
Apocalipse de Pedro
Os Atos de Paulo e Tecla
Epístola aos Laodicenses
Evangelho segundo os Hebreus
As Sete Epístolas de Inácio

Fonte: Escola da Bíblia

sábado, 30 de outubro de 2010

Você conhece os buskers?

São Paulo terá 1.º Festival Internacional de Música no Metrô.

Evento joga luz sobre classe ilegal por aqui, mas que lá fora já tem até nome: os buskers estão chegando!


A cena é rara em São Paulo. Músicos em metrô aqui, ao contrário do que ocorre em estações nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, só são permitidos em programas específicos. Assim, a notícia ganha mais força: entre os dias 8 e 12 de novembro, dez estações paulistanas serão palcos do I Festival Internacional de Músicos do Metrô. Além de artistas de São Paulo, virão nomes selecionados pela internet de outros oito países, acostumados a acertar uma plateia de passantes imprevisível.

O pai da ideia é Marcelo Beraldo, 36 anos, produtor e empresário que viu a luz no fim de um túnel do metrô de Manhattan. "Foi lá, vendo aqueles buskers, que tive a ideia." Ao voltar ao Brasil, apresentou o projeto de um festival mundial ao Metrô de São Paulo e, mesmo sem ok, saiu por dez das maiores estações do mundo em busca de informação e histórias.

Assista ao vídeo que mostra músicos de metrô pelo mundo:





Confira o perfil, de alguns músicos que vão tocar no Metrô Vila Madalena:

Ana Góes (sax)


Apesar de tocar sax há apenas 2 anos, Ana trará temas de Ray Charles e Greg Fishman. "Toquei uma vez na rua Unchained Melody e foi emocionante. As pessoas dançavam, um casal parou para se beijar".

Vibrafone Chorão

O trio faz um choro moderno, com vibrafone, violão de sete e bandolim. "Vamos mostrar músicas também do chorão Esmeraldino Sales", diz Ricardo Valverde, o vibrafonista.

Pedro Loop (guitarra)

Pedro vai trazer músicas próprias e temas de Luiz Gonzaga, Bob Marley e Jaco Pastorius. "Faço as músicas com gravações de base, chamadas loop"

Rafael Masgrau (guitarra)

Rafael vai chegar com mais peso. Seu forte são músicas do Led Zeppelin, The Doors, Deep Purple, Metallica e Pantera.

Vadim Klokov (fagote)

Vadim, russo radicado em São Paulo, vai tocar fagote e duduk e mostrar jazz e música clássica, além de sons eletrônicos

Programação:

Alguns músicos de rua de São Paulo que estarão no festival (de 8 a 11 de novembro, das 11h às 13h e das 17 às 19h; na sexta, dia 12, jam session às 17h na estação Sé.) estações: Luz, Ana Rosa, Vila Madalena, Corinthians Itaquera, Tatuapé, Brás, Sé, Anhangabaú, República e Palmeiras-Barra Funda.

Fonte: http://estadao.br.msn.com/cultura/artigo.aspx?cp-documentid=26157964

Vamos torcer para que tenha sucesso em SP e que esse tipo de evento venha para o Rio de Janeiro também!

sábado, 16 de outubro de 2010

A Bíblia

A Bíblia Sagrada é a única regra de fé e prática da nossa igreja, bem como de todas as igrejas genuinamente "evangélicas". Embora os diversos ministérios ou denominações evangélicas tenham divergências em pontos menores de ordem doutrinária, eclesiástica, litúrgica ou administrativa, têm em comum a Bíblia como livro sagrado, como Palavra de Deus.

Um crente em Jesus que não conhece a Bíblia, é como um soldado que não conhece suas armas. Assim como um soldado displicente, o discípulo de Jesus que despreza o conhecimento bíblico é uma presa fácil para o inimigo.

I - COMO A BÍBLIA FOI PREPARADA

1) MATERIAL PARA ESCRITA
Muitos materiais foram utilizados nos primórdios da escrita. Peles de animais, pedra, cerâmica, argila ou cera, por exemplo. Vamos citar aqui os dois principais materiais utilizados para a escrita bíblica.

1a - Papiro
Um dos motivos para a impossibilidade de se encontrar os manuscritos originais da Bíblia era o material muito frágil utilizado nos tempos bíblicos, para escrita.

Dentre os materiais antigos utilizados para a escrita, um dos mais comuns era o papiro. Era um junco, uma planta aquática abundante no Egito e na Síria. Inclusive o porto de Byblos, na Síria, era um dos portos onde mais se comercializava o papiro. A palavra grega para livro (biblos) talvez se origine desse nome. Outra curiosidade é que a palavra portuguesa "papel" originou-se do termo grego "papyros", ou papiro.

Eram retiradas as películas que envolvem o caule do papiro. Essas películas eram cortadas no sentido longitudinal, depois eram socadas e prensadas em várias camadas. Quando seca, a superfície embranquecida era polida com uma pedra.

O mais antigo fragmento de papiro de que se tem notícia data de 2400 a.C. Até por volta do terceiro século depois de Cristo, esse junco continuou sendo largamente utilizado como material de escrita.

Embora seja um material frágil, quando guardado em regiões secas e desérticas ou em cavernas costuma ser mais facilmente preservado. Em uma caverna em Qumram, foram encontrados os famosos "rolos do Mar Morto" em 1947.

1b - Pergaminho
Essa palavra designa peles de ovelhas, cabras, antílopes e outros animais. Essas peles eram tosadas e raspadas a fim de se obter um material mais durável para a escrita. A cidade de Pérgamo deu origem a essa palavra pergaminho, pois foi uma das pioneiras na produção desse material.

2) FORMAS DOS LIVROS ANTIGOS
2a - Rolos
Eram folhas de papiro coladas uma ao lado da outra, enroladas num bastão. O tamanho de um rolo era limitado devido à dificuldade de transportá-lo. Em geral os rolos tinham entre seis e dez metros. Certamente foi em um rolo assim que Jesus proferiu a sua mensagem na sinagoga de Nazaré (Lc 4.18).

2b - Códice
A forma de códice é a forma de livro como conhecemos hoje. Historiadores afirmam que o Cristianismo foi um dos principais motivos para o desenvolvimento de formato do códice. Mas, como já falamos acima, até o terceiro século depois de Cristo ainda havia escritores clássicos utilizando-se dos rolos de papiro.

Fonte: Escola da Bíblia