Jaco Pastorius de nome próprio John Francis Anthony Pastorius é considerado por muitos como um dos mais influentes baixistas de todos os tempos.
O apelido "Jaco" tem origem em sua ligação com o esporte. Como o apelido de seu pai era Jack, começaram a chamá-lo de Jacko, em referência ao lendário jogador de beisebol, Jocko Colon. Quando o pianista francês Alex Darqui escreveu um recado para Pastorius, utilizou a grafia JACO. Pastorius gostou então dessa forma de soletrar seu apelido e adotou a partir de então: Jaco.
Além de seguir os passos de seu pai como baterista, Pastorius era fã de esportes, e jogava beisebol, basquete e futebol americano desde jovem. Em uma partida de futebol americano, sofreu um acidente onde quebrou seu pulso esquerdo, comprometendo a agilidade como baterista. Nessa época, tocava bateria no conjunto Las Olas Brass. David Neubauer, então baixista do Las Olas, saiu do grupo, permitindo então que Pastorius assumisse sua posição, por volta de 1970. O Las Olas brass fazia covers de Aretha Franklin, Otis Redding, Wilson Pickett, James Brown.
Morreu em 1987 aos 35 anos, e deixou um imenso acervo musical e milhares de fãs, como eu!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Jaco Pastorius
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Teste Bibliográfico dá Credibilidade do A.T.
Ao contrário do Novo Testamento, no caso do Antigo Testamento não dispomos da abundância de manuscritos copiados em data próxima à composição original. Com a descoberta dos Rolos do Mar Morto, vários manuscritos do A.T. foram encontrados, aos quais os estudiosos deram datas anteriores à época de Cristo.
Os Talmudistas
Embora não haja manuscritos tão antigos do A.T., é importante levarmos em conta o extremo cuidado que os copistas judeus tinham com a Escritura.
Vejamos algumas exigências que os talmudistas deviam seguir, ao copiar um texto da Escritura:
* Cada pele utilizada para rolos de escrita deveriam conter um certo número de colunas, o qual deve se manter igual por todo o códice.
* Devia-se primeiro traças as linhas de toda a cópia, e se três palavras fossem escritas sem linha, a cópia ficava inutilizada.
* Devia-se fazer a cópia de uma cópia autêntica, da qual o transcrito não podia se desviar de modo algum.
* Era terminantemente proibido nenhuma palavra ou letra, nem mesmo um iode, de memória, isto é, sem o escriba tê-lo visto no códice diante de si.
* Entre cada consoante deveria haver o espaço máximo de um fio de cabelo ou de uma linha.
* O quinto livro de Moisés (Deuteronômio) deveria terminar no final de uma linha.
* O copista precisava vestir-se com trajes judaicos a rigor, lavar o corpo todo, não começar a escrever o nome de Deus com uma pena recém mergulhada na tinta.
* Caso um rei se dirigisse ao escriba, enquanto ele estivesse escrevendo o nome de Deus, não deveria dar atenção ao rei.
Muito embora as duas cópias de Isaías descobertas nos Manuscritos do Mar Morto em 1947 fossem mil anos mais antigos que o mais velho manuscrito até então conhecido (980 A.D.), verificou-se que, em mais de 95% do texto, eram idênticas palavra por palavra ao nosso texto hebraico padrão. Os 5% de variação são erros óbvios de ortografia.
O mesmo zelo pelas cópias exatas, por parte dos talmudistas, explica o desaparecimento de cópias mais antigas. Quando um talmudista encerrava a cópia de um manuscrito, concedia a essa cópia autoridade igual ao original. A cópia antiga era considerada como lixo e desprezada.
Os Rolos do Mar Morto
Em fevereiro ou março de 1947 um pastorzinho beduíno, chamado Muhamad, encontrou acidentalmente em uma caverna à margem do Mar Morto diversos vasos contendo rolos de couro, envolvidos em pano de linho. Esses vasos estavam ali desde 68 A.D. Nesses rolos haviam vários manuscritos bíblicos.
O mais antigo manuscrito com o texto hebraico que possuíamos fora preparado em 900 A.D. ou depois. Um dos rolos encontrados próximo ao Mar Morto continha o texto hebraico completo do profeta Isaías, datado de 125 a.C. Esse manuscrito é mais de mil anos mais antigo do que qualquer outro anteriormente conhecido.
O grande impacto é que esse texto de Isaías de 125 a.C. é exatamente igual ao texto massorético de 916 A.D. Para se Ter uma idéia dessa exatidão, das 166 palavras de Is 53, só há dúvidas sobre 3 letras ou uma palavra apenas, que não altera em nada o sentido do capítulo.
As cópias de Isaías da comunidade de Qumram é idêntica 95%, palavra por palavra, ao nosso texto hebraico padrão. Os 5% de variação correspondem a pequenos erros de cópias e de ortografia.
A Septuaginta
Septuaginta (palavra que significa "setenta" e que geralmente é abreviada por meio de algarismos romanos, LXX) foi o nome dado à tradução em grego das Escrituras hebraicas, o A.T. esta tradução foi preparada durante o reinado de Ptolomeu Filadelfo, do Egito (285-246 a.C.)
Essa tradução foi feita por seis anciãos de cada uma das doze tribos de Israel, sendo completada em 72 dias.
Sendo assim em cerca de 300 a.C. tínhamos uma tradução do hebraico para o grego de um A.T. similar ao texto que temos hoje.
Fonte: Escola da Bíblia
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Açúcar também pode causar dependência

A grande maioria das pessoas não consegue resistir ao chocolate – mesmo quando a vontade é dizer "não". A suspeita de que o açúcar cause dependência levou pesquisadores do Instituto Central para Saúde Psicológica de Mannheim a mergulharem no tema.
Da mesma maneira que a pessoas se viciam em álcool, tabaco ou outras drogas, os estudiosos tentam compreender quando e por que o açúcar pode causar dependência.
O efeito da comida
Para desvendar a questão, o pesquisador Falk Kiefer submete pacientes acima do peso a uma sessão de ressonância magnética e observa suas reações diante da exibição de imagens de doces, bolos e sorvetes.
Com o experimento, Kiefer descobriu que as imagens ativam o chamado mecanismo de compensação do cérebro em pessoas que apresentam problemas alimentares.
Em todos os casos, foi observada a liberação de dopamina, um neurotransmissor que estimula o sistema nervoso central. Também conhecida como "hormônio da felicidade", a substância proporciona expectativas positivas e a sensação de bem-estar.
Açúcar e drogas
Esta reação é comparável aos efeitos provocados por drogas ou álcool. Quando administrado em doses cada vez mais altas em ratos, por exemplo, o álcool provoca a liberação da dopamina. Quando o animal deixa de receber a substância, ele demonstra sintomas humanos de abstinência, como tremores, inquietação e ansiedade.
Sintomas semelhantes são observados quando os ratos recebem água com açúcar. Os pesquisadores encontraram no cérebro dos ratos "viciados em açúcar" as mesmas alterações observadas em pessoas viciadas em drogas.
"Os processos que são liberados no mecanismo de compensação pelo açúcar são, de fato, comparáveis com o álcool e a nicotina", assegura o pesquisador Rainer Spanagel.
Vício e o cérebro
Além do mecanismo de compensação, o consumo de drogas envolve ainda o circuito cerebral do estresse, liberando neurotransmissores produzidos pelo próprio corpo, como a endorfina e opióides.
Esses neurotransmissores são responsáveis pela sensação de felicidade e causam o vício. Grande quantidade de açúcar transforma os dois sistemas nos ratos, explica Spanagel. O pesquisador acredita que as conclusões possam também ser válidas para pessoas, já que testes com animais na área de dependência química são geralmente aplicáveis a seres humanos.
Autores: Johanna Bayer, Andreas Neuhaus (np)
Revisão: Roselaine Wandscheer
Fonte: Dw-world.de
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Minhoca de Ouvido
Você acorda, abre os olhos e, sem mais nem menos, ouve: "I gotta feelin... That tonight's gonna be a good night", e o pior esse som está vindo da sua cabeça. O tempo passa você escova os dentes, toma café e: "Let's do it, Let's do it". Já era, a música grudou.
Esse fenômeno irritante, que faz com que fiquemos repetindo mentalmente músicas, é chamado de earworm, ou na tradução, minhoca de ouvido, termo criado pelo professor James Kellaris, da universidade americana de Cincinnati.
Quando estamos desocupados ou distraídos, basta pensar rapidamente numa música para o fenômeno acontecer. O que se forma, então, é algo parecido com uma coceira cerebral. O jeito de amenizar o incômodo é repetir mentalmente a música sem parar.
Para descobrir isso, pesquisadores da Universidade Dartmouth, nos EUA, colocaram voluntários para ouvir música. Sem aviso, a música parava. Quando a melodia era conhecida do ouvinte, o córtex auditivo continuava trabalhando, relembrando a melodia. Quando a música era desconhecida, a mente do sujeito ficava vazia. Para ocupar esse espaço, o cérebro começava a repetir o que tinha acabado de ouvir.
Segundo os pesquisadores as mulheres tem uma maior tendência ao fenômeno, mas ainda não se sabe ainda a razão.
O professor Kellaris diz que isso pode acontecer com qualquer canção.
"- Mas músicas simples, repetitivas e com mudanças inesperadas têm mais probabilidade de fixação", diz.
O pior é quando a gente se pega cantando "O rebolation é bom, bom, o rebolation é bom, bom, bom..."
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Sucesso Profissional
Entrevista com Reynold Remhn, PHD em Ciências Econômicas.
Pergunta:
Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?
Resposta:
Quanto mais conhecimento conseguimos acumular, mais entendemos que ainda falta muito para aprendermos. É por isso que sofremos. Trabalhar em excesso é como perseguir o vento. A felicidade só existe para quem souber aproveitar agora os frutos do seu trabalho sem nunca deixar espiritualidade de lado...
Pergunta:
O profissional do futuro será um individualista?
Resposta:
Pelo contrário. O azar será de quem ficar sozinho, porque se cair, não terá ninguém para ajudá-lo a levantar-se.
Pergunta:
Que conselho o senhor daria aos jovens que estão entrando no mercado de trabalho?
Resposta:
É melhor ser criticado pelos sábios do que ser elogiado pelos insensatos e medíocres; elogios vazios são como gravetos atirados em uma fogueira.
Pergunta:
E para os funcionários que tem chefes centralizadores?
Reposta:
Muitas vezes os justos são tratados pela cartilha dos injustos, mas isso passa. Por mais poderoso que alguém pareça ser, essa pessoa ainda será incapaz de dominar a própria respiração. O fim é igual para todos, sem excessão.
Última pergunta:
Como o senhor definiria o sucesso?
Resposta:
É o tão sonhado sono gostoso. Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele estará acumulando, ao mesmo tempo, sua riqueza e sua desgraça.
Belas e sábias respostas…
Eu só queria me desculpar pelo fato de que não existe nenhum Reynold Remhn. Eu o inventei. Todas as respostas, embora extremamente atuais, foram retiradas de um livro escrito há 2300 anos: Eclesiastes, pelo Rei Salomão (na Bíblia).
Não falei isso logo no início, pois caso contrário muita gente não iria continuar a leitura.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Aniversário de Casamento
"Quem encontra uma esposa encontra algo excelente; recebeu uma bênção do SENHOR." (Pv. 18:22)
Hoje, completamos quatorze anos de casamento. Encontrei algo excelente; recebi uma bênção do Senhor!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Digitação - para baixistas
E pra ajudar a melhorar, indico alguns exercícios de digitação escritos por Davi Motta:
Usaremos a escala de “C” maior, C-D-E-F-G-A-B-C e as 5ªs e 8ªs respectiva à cada nota.
(treine em todas as tonalidades)
Você pode usar os dedos: 1 para a Tônica, 3 para a 5ª e 4 para a 8ª ou apertar a 5ª e 8ª com o dedo 4, como achar
mais confortável.
Lembrando sempre de alternar os dedos indicador e médio da mão direita.
Ex 1: T-5ª-8ª em semínimas (uma nota por tempo).
OBS: escrevi no compasso ternário (três tempos por compasso) para facilitar a visualização do exercício.
Ex 2: 8ª-5ª-T em semínimas (uma nota por tempo).
Ex 3: Alternando T-5ª-8ª e 8ª-5ª-T em semínimas (uma nota por tempo).
Ex 4: Faremos os exercícios 1, 2 e 3 em tercinas (três notas por tempo). Comece lento e vá aumentando a
velocidade gradativamente.
OBS: Compassos quaternários (4 por 4).
T-5ª-8ª
Alternando T-5ª-8ª e 8ª-5ª-T
sábado, 29 de janeiro de 2011
A Credibilidade da Bíblia
Deve-se testar a credibilidade histórica das Escrituras pelos mesmos critérios usados para testar todos os documentos históricos.
Os três princípios básicos da historiografia são: teste bibliográfico, evidências internas e evidências externas.
1)Teste Bibliográfico
O teste bibliográfico é um exame da transmissão textual pela qual os documentos chegam até nós. Em outras palavras, uma vez que não dispomos dos documentos originais, o Teste Bibliográfico discute a credibilidade das cópias existentes, levando em conta o número de manuscritos e o intervalo de tempo transcorrido entre o original e a cópia.
1a - O Teste Bibliográfico da Credibilidade do Novo Testamento
O historiador John W. Montgomery afirma que "Ter uma atitude cética quanto ao texto disponível do N.T. é permitir que toda a antigüidade clássica se torne desconhecida, pois nenhum documento da história antiga é tão bem confirmado bibliograficamente".
Sir Frederic G. Kenyon, que foi diretor do Museu Britânico, diz: "além da quantidade, os manuscritos do N.T. diferem das obras dos autores clássicos em outro aspecto, e mais uma vez a diferença é bem clara. Em nenhum outro caso o intervalo entre a composição do livro e a data dos mais antigos manuscritos é tão curto quanto no Novo Testamento".
Existem mais de 5.300 manuscritos gregos do N.T. Acrescentem-se a esse número mais de 10.000 manuscritos da Vulgata Latina e, pelo menos, 9.300 de outras antigas versões e teremos mais de 24.000 cópias de porções do N.T. Dos livros antigos, a Ilíada de Homero vem em segundo lugar com cerca 643 manuscritos.
O N.T. em Comparação com Outras Obras da Antigüidade
A obra "De Bello Gallico (As Guerra Gaulesas), de César, tem apenas nove ou dez manuscritos em boas condições, e o mais antigo data de aproximadamente 900 anos depois de César. Dos 142 livros da "História Romana" de Lívio (59 a.C. a 17 A.D.) subsistem apenas 35. Dos 14 livros das "Histórias de Tácito" (cerca de 100 A. D.) só restam 4 e meio. Conhecemos a "História de Tucídedes (cerca de 460-400 a.C.) a partir de 8 manuscritos, dos quais o mais antigo data de 900 A.D. O mesmo se dá com a "História de Heródoto". No entanto, nenhum conhecedor profundo dos clássicos ousaria duvidar da autenticidade de qualquer desses escritos só porque há poucos manuscritos ou porque esses manuscritos estão distantes cerca de 1.300 anos dos originais.
No caso do N.T., há manuscritos importantes com menos de 300 anos de distância do original. Não parece uma ironia essa mesma alta crítica querer por em dúvida a autenticidade das escrituras sagradas?
O Novo Testamento em comparação com a Ilíada de Homero
Por que eu faço questão de apontar aqui a comparação do N.T. com a Ilíada de Homero? Porque tanto o N.T. como a Ilíada foram consideradas "sagradas" e porque Homero foi, sem dúvida, o autor mais lido na antigüidade.

O N.T. tem cerca de 20.000 linhas, a Ilíada tem cerca de 15.600. Há dúvidas sobre apenas 40 linhas (ou 400 palavras) do N.T., enquanto que, no caso da Ilíada, questionam-se 764 linhas.
Alguns dos mais importantes e antigos manuscritos do N.T.
* Manuscrito de John Rylands (130 A.D.) – Encontra-se na Biblioteca John Rylands, em Manchester, na Inglaterra. Uma porção do evangelho de João, encontrada no Egito.
* Papiro de Bodmer II (150-200 A.D.) – Encontra-se na Biblioteca Bodmer de Literatura Mundial e contém a maior parte de João
* Papiros Chester Beatty (200 A.D.) - Encontram-se no Museu C. Beatty, em Dublin,e parte deles é de propriedade de Michigan (nos Estados Unidos). Contém grandes porções do N.T.
* Diatessarão (“uma harmonia em 4 partes) – uma harmonia dos evangelhos por Taciano, de 160 A.D.
* Códice Vaticano (325 A.D.), situado na Biblioteca do vaticano, contém quase toda a Bíblia.
* Códice Sinaítico (350 A.D.), encontra-se no Museu Britânico, contém quase todo o N.T. e mais da metade do A.T.
* Há versões e traduções do N.T, do grego para o siríaco e latim datadas de 150 A.D.
A Credibilidade dos Manuscritos Apoiados pelos Primeiros Pais da Igreja
As citações da Escritura nas obras dos primeiros escritores cristãos são em número tão grande que é virtualmente possível reconstituir o N.T. a partir dessas citações, sem fazer uso dos manuscritos.
*Clemente de Roma (95 A.D.) foi nomeado por Pedro. "Ainda tinha o ensino dos apóstolos ecoando em seus ouvidos e a doutrina deles diante de seus olhos". Fez citações de: Mateus, 1 Coríntios, Marcos, 1 Pedro, Lucas, Hebreus, João e Tito.
*Inácio (70-110 A.D.), bispo de Antioquia, foi martirizado. Conheceu os apóstolos. Cita:
Mateus, Efésios, 1 e 2 Tessalonicenses, João, Filipenses, 1 e 2 Timóteo, Atos, Gálatas, 1 Pedro, Romanos, Colossenses, 1 Coríntios, e Tiago.
*Policarpo (70-156 A.D.) martirizado aos 86 anos de idade, foi bispo de Esmirna e discípulo do Apóstolo João.
*Barnabé (70 A.D.)
*Hermas (95 A.D.)
*Taciano (170 A.D.)
*Irineu (170 A.D.)
*Clemente de Alexandria (150-212 A.D.) faz 2.400 citações do Novo Testamento. Cita 24 livros do N.T.
*Tertuliano (160-220 A.D.), cita mais de 7.000 vezes o N.T., sendo 3.800 sobre os Evangelhos.
*Hipólito (170-235 A.D.), mais de 1.300 referências ao N.T.
*Justino Mártir (133 A.D.)
*Orígenes (185 a 254 A.D.) apresenta mais de 18.000 citações do N.T.
*Cipriano (falecido em 258 A.D.), 1030 citações ao N.T.
Houve cerca de 32.000 citações feitas do Novo Testamento antes do Concílio de Nicéia em 325 A.D.
Fonte: Escola da Bíblia
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Homens fazem a diferença!
A realidade negativa na vida dos homens é absurda e destrói a vida de homens, suas famílias e sociedade.
A realidade positiva de um homem transformado faz uma enorme diferença na Igreja e sociedade.
Realidade negativa:
• 9 em cada 10 pessoas presas por uso de drogas, são homens.
• 8,8 em cada 10 pessoas presas por dirigir embriagadas, são homens.
• 9 em cada 10 pessoas presas por crimes violentos, são homens.
• 7 em cada 10 alunos a serem reprovados em uma ou mais matérias na escola, são do sexo masculino.
• 8 em cada 10 pessoas a cometerem crimes na adolescência, são homens.
• 7,5 em cada 10 pessoas a cometerem suicídio, são homens.
• 7,5 em cada 10 pacientes que estão em instituições mentais, são homens.
O que será que Deus quer conosco?
Realidade positiva:
• Quando 100 crianças se convertem, a Igreja recebe, em média 3,5 novas famílias.
• Quando 100 mulheres se convertem, a Igreja recebe, em média 17 novas famílias.
• Quando 100 homens se convertem, a Igreja recebe, em média 93 novas famílias.
Conclusão:
• O diabo sabe que se destruir homens, famílias, igrejas e a sociedade irão se degradar.
• Mas Deus tem chamado os homens, para assumirem seu papel na Igreja e fora dela, para transformarem famílias e a sociedade.
• O que Deus tem falado ao seu coração?
(Extraído do livro Lute de Joelhos, Doutor Mell Winger, Editora Navpress, 202)
Dia 28/01 às 21:00 h na Comunidade Evangélica de Mesquita.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
O Cérebro e os Padrões Musicais
O Cérebro considera mais prazerosos padrões musicais simples, diz estudo.
O que torna uma música bonita? As melhores composições transcendem as culturas e o tempo, mas quais são os elementos comuns entre elas que reforçam esse apelo? Uma nova pesquisa publicada na revista científica 'BMC Research Notes' sugere que o cérebro simplifica padrões complexos, semelhante ao modo como a compressão de dados de música reduz o tamanho de arquivos de áudio eliminando dados redundantes e identificando padrões.
Há uma teoria de longa data de que o subconsciente pode reconhecer padrões dentro de dados complexos e de que somos inclinados a considerar padrões simples mais prazerosos. O dr. Nicholas Hudson usou sistemas de compressão de músicas sem perda (lossless, em inglês) para imitar a capacidade cerebral de condensar informações de áudio. Ele comparou a quantidade de compressão de ruídos aleatórios de uma ampla variedade de ritmos, incluindo techno, clássico, rock e pop.
O pesquisador descobriu que os ruídos aleatórios só podem ser comprimidos a 86% de seu tamanho original; techno, rock e pop são reduzidos a cerca de 60%; e a 3ª Sinfonia de Beethoven, aparentemente mais complexa, foi condensada em 40%. Hudson diz que 'obras musicais mais longas, apesar da aparente complexidade, têm alta capacidade de compressão' e que é a essa compressibilidade que nosso cérebro responde. Então, se você é um obstinado pelos clássicos ou uma diva pop, provavelmente você escolhe a música que prefere não simplesmente por ouvi-la, mas ao calcular sua compressibilidade. Para um compositor - se quiser escrever alcançar a imortalidade -, escreva uma música que pareça complexa, mas que, em termos de dados, seja redutível a padrões simples.
Fonte: estadao.com.br
